A vida é complicada
tem momentos que seria melhor não pensar
não saber
não ter consciência das coisas ao nosso redor.
Porque pensar doi.
Tem momentos que preferia ser uma pedra
fria, dura, quieta...sem saber de nada.
Mas não sou...
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Carnaval
Antes de tudo vou só por uma definição do termo em questão no qual vou expressar-me hoje. Afinal existem tantas definições para esse momento de celebração que acredito eu na minha pequena trajetória cada folião ou não folião tem um conceito formado para essa época festiva do nosso calendário e da nossa história.
car.na.val
sm (ital carnevale) 1 Folc Período de três dias de folia que precede a quarta-feira de cinzas, durante o qual, com o afrouxamento das normas morais, se dá o irromper de recalques, por meio de danças, cantos, trejeitos, indumentária diversa da habitual etc. No Brasil aparecem após a guerra do Paraguai, como forma nova do entrudo. 2 Folguedo, orgia. 3 Mascarada.
Fonte: Michaelis.
Mas vamos voltar ao que interessa afinal a Folia do Momo já passou e cada um do seu jeito vai voltando a sua vida normal, ou tentando se recuperar dos excessos que essa festa proporciona.
Afinal Carnaval é a época da libertação.
Libertações essa como costumam sempre frisar, sexual. Não só ela. Porque eu sei que muitos aproveitam esse tempo para se libertarem das algemas impostas por uma sociedade mesquinha e cada vez mais preconceituosa, mas isso eu deixo para outro post.
Digo de libertação desse mundo agitado, cada vez mais competitivo e cada vez mais individualista. É uma fase em que todos (acredito eu) querem esquecer-se de seus problemas, dos problemas do nosso país, da violência e jogar tudo para o alto em busca da magia e do “sonho” de se divertir de uma forma tranqüila e saudável.
E é aí que se encontra a utopia do Carnaval.
Se libertar do quê?
E por que só nesses três dias de folia?
Não estou questionando nem querendo tirar o brilho do Carnaval. Até porque eu mesmo não estava preocupado com Crise Mundial, Miséria, Violência ou Fome.
Eu como todo folião, vivo a magia desse Carnaval. E sonho por uma festa tranqüila, sem violência e principalmente cada um respeitando a individualidade do outro.
Justamente nesse ponto que queria chegar.
O Carnaval é festa? É.
O Carnaval é utópico? É.
E porque não transformar o ano inteiro em um imenso Carnaval?
Onde se possa sair nas ruas da forma que se bem entender, deixar falsos moralistas boquiabertos e derrubar tabus e paradigmas?
Sair à noite sem se preocupar com assaltos, violências ou coisa do tipo.
Eu vivi num mundo assim.
Meu Carnaval foi assim.
Infelizmente foram apenas cinco dias.
Na verdade, nem sei bem quem vai chegar a ler esse meu texto e inclusive tenho receio de dividir esse mundo, na verdade de perdê-lo.
Esse mundo foi em Caicó (Rio Grande do Norte) onde vi um Carnaval digamos que de raiz, resgatando toda a inocência dos Carnavais antigos que infelizmente por razões óbvias (idade) não os conheci.
Lembrar da recepção. Dos foliões (e olha que não são poucos) e de toda tranqüilidade e segurança da festa chega a doer.
Lembrar do quanto fui feliz, realmente sem me preocupar com absolutamente nada. Sem me preocupar se chegaria em casa vivo, sem me preocupar se veria uma briga ou se talvez fosse assaltado.
Lembrar de uma figura conhecida por Magão que há anos e anos resgata os frevos, marchinhas, bonecos, o autentico Carnaval de rua, com serpentina e paetês, com mela-mela e um pouco mais, a saudade aumenta.
Gostaria muito que todos os Carnavais pelo o Brasil afora fosse assim.
Na verdade, gostaria que meu país vivesse sempre em um Carnaval assim.
Como o de Caicó.
Um Carnaval que com certeza foi o primeiro de muitos que passarei lá.
Obrigado Caicó!!! E obrigado as pessoas que me proporcionaram isso.
Esse é um Verdadeiro Sabor da Vida!
car.na.val
sm (ital carnevale) 1 Folc Período de três dias de folia que precede a quarta-feira de cinzas, durante o qual, com o afrouxamento das normas morais, se dá o irromper de recalques, por meio de danças, cantos, trejeitos, indumentária diversa da habitual etc. No Brasil aparecem após a guerra do Paraguai, como forma nova do entrudo. 2 Folguedo, orgia. 3 Mascarada.
Fonte: Michaelis.
Mas vamos voltar ao que interessa afinal a Folia do Momo já passou e cada um do seu jeito vai voltando a sua vida normal, ou tentando se recuperar dos excessos que essa festa proporciona.
Afinal Carnaval é a época da libertação.
Libertações essa como costumam sempre frisar, sexual. Não só ela. Porque eu sei que muitos aproveitam esse tempo para se libertarem das algemas impostas por uma sociedade mesquinha e cada vez mais preconceituosa, mas isso eu deixo para outro post.
Digo de libertação desse mundo agitado, cada vez mais competitivo e cada vez mais individualista. É uma fase em que todos (acredito eu) querem esquecer-se de seus problemas, dos problemas do nosso país, da violência e jogar tudo para o alto em busca da magia e do “sonho” de se divertir de uma forma tranqüila e saudável.
E é aí que se encontra a utopia do Carnaval.
Se libertar do quê?
E por que só nesses três dias de folia?
Não estou questionando nem querendo tirar o brilho do Carnaval. Até porque eu mesmo não estava preocupado com Crise Mundial, Miséria, Violência ou Fome.
Eu como todo folião, vivo a magia desse Carnaval. E sonho por uma festa tranqüila, sem violência e principalmente cada um respeitando a individualidade do outro.
Justamente nesse ponto que queria chegar.
O Carnaval é festa? É.
O Carnaval é utópico? É.
E porque não transformar o ano inteiro em um imenso Carnaval?
Onde se possa sair nas ruas da forma que se bem entender, deixar falsos moralistas boquiabertos e derrubar tabus e paradigmas?
Sair à noite sem se preocupar com assaltos, violências ou coisa do tipo.
Eu vivi num mundo assim.
Meu Carnaval foi assim.
Infelizmente foram apenas cinco dias.
Na verdade, nem sei bem quem vai chegar a ler esse meu texto e inclusive tenho receio de dividir esse mundo, na verdade de perdê-lo.
Esse mundo foi em Caicó (Rio Grande do Norte) onde vi um Carnaval digamos que de raiz, resgatando toda a inocência dos Carnavais antigos que infelizmente por razões óbvias (idade) não os conheci.
Lembrar da recepção. Dos foliões (e olha que não são poucos) e de toda tranqüilidade e segurança da festa chega a doer.
Lembrar do quanto fui feliz, realmente sem me preocupar com absolutamente nada. Sem me preocupar se chegaria em casa vivo, sem me preocupar se veria uma briga ou se talvez fosse assaltado.
Lembrar de uma figura conhecida por Magão que há anos e anos resgata os frevos, marchinhas, bonecos, o autentico Carnaval de rua, com serpentina e paetês, com mela-mela e um pouco mais, a saudade aumenta.
Gostaria muito que todos os Carnavais pelo o Brasil afora fosse assim.
Na verdade, gostaria que meu país vivesse sempre em um Carnaval assim.
Como o de Caicó.
Um Carnaval que com certeza foi o primeiro de muitos que passarei lá.
Obrigado Caicó!!! E obrigado as pessoas que me proporcionaram isso.
Esse é um Verdadeiro Sabor da Vida!
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Cansado
Estou cansado.
Cansado de tentar achar o caminho, a saída, de viver de utopias, cansado das mascaras que mesmo sem querer em determinados momentos sou forçado a usá-las. Visualizo rostos conhecidos, alguns perdidos – como eu – na busca ensandecida de respostas, respostas... Respostas que nunca chegam a preencher as maiorias das indagações e que ficam vagueando num universo de suposições.
Como agir, o que fazer para discernir o que realmente importa e o que é essencial na minha vida?
Imagino-me um egoísta, mas isso não faz parte da minha essência.
Doar-se é minha melhor virtude, ou será defeito? Das duas uma, mas enfim. Acredito no amor, acredito no amor em todas as formas nas quais ele se manifesta.
Acredito piamente no amor entre amigos, irmãos... no amor “descompromissado” ou seja, no amor não sexual.
Isso é um defeito?
Não sei.
O que importa é que mesmo cansado, fadigado, maltrapilho acredito nas forças que unem dois seres por puro mistério...
E querer entendê-las não adianta.
Cansado de tentar achar o caminho, a saída, de viver de utopias, cansado das mascaras que mesmo sem querer em determinados momentos sou forçado a usá-las. Visualizo rostos conhecidos, alguns perdidos – como eu – na busca ensandecida de respostas, respostas... Respostas que nunca chegam a preencher as maiorias das indagações e que ficam vagueando num universo de suposições.
Como agir, o que fazer para discernir o que realmente importa e o que é essencial na minha vida?
Imagino-me um egoísta, mas isso não faz parte da minha essência.
Doar-se é minha melhor virtude, ou será defeito? Das duas uma, mas enfim. Acredito no amor, acredito no amor em todas as formas nas quais ele se manifesta.
Acredito piamente no amor entre amigos, irmãos... no amor “descompromissado” ou seja, no amor não sexual.
Isso é um defeito?
Não sei.
O que importa é que mesmo cansado, fadigado, maltrapilho acredito nas forças que unem dois seres por puro mistério...
E querer entendê-las não adianta.
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Liberdade
Texto escrito em 22/04/2007
Mas pra mim, sempre válido e atual. Então lá vai!
Ontem acordei atordoado não queiram saber o porquê, até porque nem eu mesmo sei. Mas basta, não quero falar sobre ontem, nem “onteontem” nem tampouco do passado. Quero falar do que sinto e vivo ultimamente.
Sou um ser livre, vocês podem parar pra pensar e refletir a respeito da minha sei lá talvez pseudo liberdade...não sou livre financeiramente (ainda não) mas o que mais prezo na minha vida é minha liberdade.
Liberdade de escolhas, liberdade de opiniões... Sou livre pra escolher com quem andar, pra onde ir, com quem ir... sou livre pra escolher o que vou comer no almoço qual a bebida que vai acompanhar e inclusive as pessoas que vão estar ao meu redor. Sou livre para jantar sozinho, tomar um chopp gelado, ou até mesmo de ficar na minha casa tomando um vinho, ou um guaraná, ou uma coca-cola zero... porque não???
Sei perfeitamente bem que ainda tenho esse “poder” de escolha. Mas até onde vai isso?? To remoendo, viajando geral, mas na verdade não é isso que queria falar, ou comentar hoje...
Quero falar de amizade.
Pessoas chegam pra mim e me taxam de egoístas, dizem que na verdade eu não sei o verdadeiro significado da palavra amizade.
Vou lhes dizer uma coisa: Eu realmente não sei o significado desta palavra, mas sei muito bem o peso que ela exerce e o sentimento nela exposto.
Posso ser incompreendido com certas atitudes, taxado de grosso, de distante e até mesmo de falso amigo... mas fazer o quê quando as pessoas que nos dizem amigas não nos compreendem???
Amizade pra mim não é de forma alguma possessão, monopólio...
Amizade pra mim é uma coisa tão boa de se viver, um sentimento único uma interação na qual as vezes ultrapassa as barreiras do conhecimento. É ter e saber e contar com aquela pessoa quando se é preciso...
Mas de outra forma é, entender que as vezes as pessoas também estão mal e que as vezes realmente não dá;
Amizade não é propriedade. É compreensão, bom-senso! Amizade é nos arriscarmos a algumas vezes sermos incompreendidos, e por uma razão até boba ser motivo para uma discussão.
É nunca esquecermos a verdadeira “figura” da amizade, o respeito, a tolerância, a consideração e o primordial a verdade... É conscientizar-se e entender que não somos únicos.
Eu não sou o único amigo de ninguém, nem tampouco quero ser...é entender que infelizmente as pessoas vão, outras voltam e a vida continua...tudo perfeitamente “escrito”.
É entender que as pessoas às vezes falham, e isso geralmente nos magoam, mas amizade também é perdão. Somos únicos em nossa essência.
E liberdade pra mim é fundamental.
Sou livre, somos livres... e viveremos assim...
Livres pra escolhermos lugares, pessoas, tudo...
Infinitamente livres..."
Mas pra mim, sempre válido e atual. Então lá vai!
Ontem acordei atordoado não queiram saber o porquê, até porque nem eu mesmo sei. Mas basta, não quero falar sobre ontem, nem “onteontem” nem tampouco do passado. Quero falar do que sinto e vivo ultimamente.
Sou um ser livre, vocês podem parar pra pensar e refletir a respeito da minha sei lá talvez pseudo liberdade...não sou livre financeiramente (ainda não) mas o que mais prezo na minha vida é minha liberdade.
Liberdade de escolhas, liberdade de opiniões... Sou livre pra escolher com quem andar, pra onde ir, com quem ir... sou livre pra escolher o que vou comer no almoço qual a bebida que vai acompanhar e inclusive as pessoas que vão estar ao meu redor. Sou livre para jantar sozinho, tomar um chopp gelado, ou até mesmo de ficar na minha casa tomando um vinho, ou um guaraná, ou uma coca-cola zero... porque não???
Sei perfeitamente bem que ainda tenho esse “poder” de escolha. Mas até onde vai isso?? To remoendo, viajando geral, mas na verdade não é isso que queria falar, ou comentar hoje...
Quero falar de amizade.
Pessoas chegam pra mim e me taxam de egoístas, dizem que na verdade eu não sei o verdadeiro significado da palavra amizade.
Vou lhes dizer uma coisa: Eu realmente não sei o significado desta palavra, mas sei muito bem o peso que ela exerce e o sentimento nela exposto.
Posso ser incompreendido com certas atitudes, taxado de grosso, de distante e até mesmo de falso amigo... mas fazer o quê quando as pessoas que nos dizem amigas não nos compreendem???
Amizade pra mim não é de forma alguma possessão, monopólio...
Amizade pra mim é uma coisa tão boa de se viver, um sentimento único uma interação na qual as vezes ultrapassa as barreiras do conhecimento. É ter e saber e contar com aquela pessoa quando se é preciso...
Mas de outra forma é, entender que as vezes as pessoas também estão mal e que as vezes realmente não dá;
Amizade não é propriedade. É compreensão, bom-senso! Amizade é nos arriscarmos a algumas vezes sermos incompreendidos, e por uma razão até boba ser motivo para uma discussão.
É nunca esquecermos a verdadeira “figura” da amizade, o respeito, a tolerância, a consideração e o primordial a verdade... É conscientizar-se e entender que não somos únicos.
Eu não sou o único amigo de ninguém, nem tampouco quero ser...é entender que infelizmente as pessoas vão, outras voltam e a vida continua...tudo perfeitamente “escrito”.
É entender que as pessoas às vezes falham, e isso geralmente nos magoam, mas amizade também é perdão. Somos únicos em nossa essência.
E liberdade pra mim é fundamental.
Sou livre, somos livres... e viveremos assim...
Livres pra escolhermos lugares, pessoas, tudo...
Infinitamente livres..."
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
VEJO
Não sou cego digo, literalmente nem tampouco conheço ou tenho contato com algum cego, ou melhor falando, deficiente visual ou outro qualquer termo politicamente correto que está em alta.
Mas eu prefiro mesmo o termo: cego.
Bom, não sou cego (literalmente), mas sou cego como você, seu pai, sua namorada...como todos os outros. Existem inúmeros tipos de cegueira e queria ter sim “olhos” para identificar todas (pelo menos as minhas) e mudar essa realidade.
Sinto-me um cego quando fecho os olhos para as mazelas da vida, quando no momento em que escrevo esse texto muito confortavelmente na minha cama no meu amplo quarto e recordo-me de quantas e quantas pessoas não têm onde passar a noite.
Somos aqueles que vêem, mas preferem se passar por cegos.
Sou cego por não demonstrar o carinho e o amor necessário que sinto pelos meus pais, minha família. Quando vejo pessoas crianças e jovens beijando e abraçando seus pais como se fosse o último dia que os vissem...eu me sinto um cego.
Sou cego por fazer parte de uma sociedade vislumbrada que a cada dia que passa só pensa em mais e mais ter...
...por fazer parte de um grupo raso, fútil e seco.
Sou cego por esperar muito mais das pessoas quando na verdade elas são mesquinhas, egoístas, monopolizadoras, egocêntricas, mimadas e infantis.
Sou cego por ter um amor, por sentir esse amor pulsando no meu peito e não ter a coragem de acreditar e desbravar o breu e a névoa e ir à luta do que vejo e quero.
Sou cego por acreditar no melhor das pessoas.
Sou cego por querer mudar, buscar novas vidas, novos rumos e sempre me acovardar.
Sou cego por tentar dar o melhor de mim, ser o “super sincero” e ser criticado por isso.
Sou cego por conseguir enxergar além.
Sou cego porque vejo, identifico e conheço os meus defeitos...
...e os seus...
Sou cego...
E você?
Mas eu prefiro mesmo o termo: cego.
Bom, não sou cego (literalmente), mas sou cego como você, seu pai, sua namorada...como todos os outros. Existem inúmeros tipos de cegueira e queria ter sim “olhos” para identificar todas (pelo menos as minhas) e mudar essa realidade.
Sinto-me um cego quando fecho os olhos para as mazelas da vida, quando no momento em que escrevo esse texto muito confortavelmente na minha cama no meu amplo quarto e recordo-me de quantas e quantas pessoas não têm onde passar a noite.
Somos aqueles que vêem, mas preferem se passar por cegos.
Sou cego por não demonstrar o carinho e o amor necessário que sinto pelos meus pais, minha família. Quando vejo pessoas crianças e jovens beijando e abraçando seus pais como se fosse o último dia que os vissem...eu me sinto um cego.
Sou cego por fazer parte de uma sociedade vislumbrada que a cada dia que passa só pensa em mais e mais ter...
...por fazer parte de um grupo raso, fútil e seco.
Sou cego por esperar muito mais das pessoas quando na verdade elas são mesquinhas, egoístas, monopolizadoras, egocêntricas, mimadas e infantis.
Sou cego por ter um amor, por sentir esse amor pulsando no meu peito e não ter a coragem de acreditar e desbravar o breu e a névoa e ir à luta do que vejo e quero.
Sou cego por acreditar no melhor das pessoas.
Sou cego por querer mudar, buscar novas vidas, novos rumos e sempre me acovardar.
Sou cego por tentar dar o melhor de mim, ser o “super sincero” e ser criticado por isso.
Sou cego por conseguir enxergar além.
Sou cego porque vejo, identifico e conheço os meus defeitos...
...e os seus...
Sou cego...
E você?
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Fantasmas
Eu tento e como tento matar sufocar esse imenso vazio que me assola.
Procuro me exaurir no dia-a-dia para chegar na cama exausto, fadigado, cansado para expirar todos os fantasmas da minha vida.
Paro, respiro e exalo na ânsia de extingui-los, mas eles vão e logo em seguida estão de volta.
Me perseguindo, me assustando.
Tento exorcizá-los, mas parece que eles já fazem parte da minha essência do meu eu da minha pele.
E dói. E é ruim.
Vivo com eles rondando a minha existência que para ser preciso é quase uma co-existência.
Eu vivo com eles e eles sem mim não existiriam.
Às vezes me pergunto quem na verdade existe realmente ou domina quem.
Se eles existem pelo simples fato de eu permitir como podem causar tantos problemas?
Tolo quem pensa - é porque ele quer!
Na verdade acho eu que na minha pífia ignorância não tenho escolhas.
Eles estão aqui, e assombram todos.
A verdade é que onde existe vida existem parasitas, onde existem sonhos existem fantasmas anjos e demônios.
E tenho que conviver com eles, todos eles.
Pois não passo de um fantasma travestido de gente.
Procuro me exaurir no dia-a-dia para chegar na cama exausto, fadigado, cansado para expirar todos os fantasmas da minha vida.
Paro, respiro e exalo na ânsia de extingui-los, mas eles vão e logo em seguida estão de volta.
Me perseguindo, me assustando.
Tento exorcizá-los, mas parece que eles já fazem parte da minha essência do meu eu da minha pele.
E dói. E é ruim.
Vivo com eles rondando a minha existência que para ser preciso é quase uma co-existência.
Eu vivo com eles e eles sem mim não existiriam.
Às vezes me pergunto quem na verdade existe realmente ou domina quem.
Se eles existem pelo simples fato de eu permitir como podem causar tantos problemas?
Tolo quem pensa - é porque ele quer!
Na verdade acho eu que na minha pífia ignorância não tenho escolhas.
Eles estão aqui, e assombram todos.
A verdade é que onde existe vida existem parasitas, onde existem sonhos existem fantasmas anjos e demônios.
E tenho que conviver com eles, todos eles.
Pois não passo de um fantasma travestido de gente.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Sentir
Sentir ou não sentir
Sentir medo
Sentimento
Decidir entre razão e emoção é uma batalha que aflige gerações e mais gerações. Quando uma criança encontra seu primeiro amor sua coleguinha ou seu colega é tudo muito puro muito angelical, quando cresce um pouco mais e se torna adolescente nem se fala é uma fase um tanto quão perturbada, mas de quem quero falar é sobre: eu, você, sua prima, tio pessoas adultas que por tanto sofrerem em determinadas relações juram para o resto da vida jamais se deixar levar pelas emoções. São pessoas especializadas em usar, ou melhor, dizendo forjar um escudo para minguar o que sentem. É tão difícil admitir o que realmente passa pela cabeça?
Mente? Razão?
O ser humano é repleto de questionamentos por mais que se tenta disfarçar, maquiar determinado fato, acontecimento ou reação não acaba em lugar algum, acredito que o único prejudicado é a pessoa em si. Mas por que se comportar de tal maneira?
Se achar que for para odiar, odeie (apesar do que nem deveríamos nos preocupar com esse talzinho aê) E que se for para amar, que ame, ame intensamente viva e aproveite e curta todos os momentos que esse sentimento possa oferecer.
Sem sentir medo
Só sentir...
O sentimento.
Sentir medo
Sentimento
Decidir entre razão e emoção é uma batalha que aflige gerações e mais gerações. Quando uma criança encontra seu primeiro amor sua coleguinha ou seu colega é tudo muito puro muito angelical, quando cresce um pouco mais e se torna adolescente nem se fala é uma fase um tanto quão perturbada, mas de quem quero falar é sobre: eu, você, sua prima, tio pessoas adultas que por tanto sofrerem em determinadas relações juram para o resto da vida jamais se deixar levar pelas emoções. São pessoas especializadas em usar, ou melhor, dizendo forjar um escudo para minguar o que sentem. É tão difícil admitir o que realmente passa pela cabeça?
Mente? Razão?
O ser humano é repleto de questionamentos por mais que se tenta disfarçar, maquiar determinado fato, acontecimento ou reação não acaba em lugar algum, acredito que o único prejudicado é a pessoa em si. Mas por que se comportar de tal maneira?
Se achar que for para odiar, odeie (apesar do que nem deveríamos nos preocupar com esse talzinho aê) E que se for para amar, que ame, ame intensamente viva e aproveite e curta todos os momentos que esse sentimento possa oferecer.
Sem sentir medo
Só sentir...
O sentimento.
Assinar:
Postagens (Atom)
