sábado, 30 de outubro de 2010

Sem título.

Gostaria de começar esse post bem alto astral, assim...

Hoje eu tive uma noite super hiper mais que agradável com meus amigos, não sei se foi tão boa pelo fato de ter passado uma semana sem beber e sem fumar e que hoje me alforriei e fiz tudo o que podia e não devia, não por isso. Mas óbvio que meus amigos como sempre são os que tornam a noite, ou o dia, ou a madrugada bacana. Isso é um fato.

E foi...sério, sem mentira alguma, uma das noites mais tranqüilas e ótimas que eu tive, como também uma noite de questionamentos.

Eu particularmente sei até onde vai o meu limite, limite que falo é aquele de respeitar o espaço, as atitudes e a forma de viver de cada um.

E Eu respeito.

Nunca fui de apontar o dedo e baixar o brá brá brá e crucificar alguém por determinado comportamento, cada um sabe a vida que leva. (Se fiz, foi em particular)

Quando se julga alguém, venhamos e convenhamos existe uma pontinha lá no fundo que diz: ihhhh eu também sou assim, ou fui assim, ou me comporto assim em determinadas situações.

É óbvio que sempre existem divergências, atritos... Isso é mais do que normal em qualquer relacionamento, no caso de hoje, amizade.

Mas onde quero chegar com tudo isso?

A questão é:
Me desculpem, mas PORRA!!!!!

Se eu tenho um atrito com alguém, não importa o que seja, nem sua dimensão.

O que seria mais sensato???

Chegar junto dessa pessoa e conversar??? Ou jogar a merda no ventilador para que atinja todos do grupo, que na grande maioria nem se interessa por tal fato?!?!

As pessoas deturpam os fatos de tal maneira, ao bel prazer que às vezes eu fico perplexo.

Ninguém é DEUS, nem tampouco dono da razão.

Não existe aquele que diz: fulano disse isso, então escreva...tá certo.

Isso não existe. Somos únicos, cada um do seu jeito, cada um no seu tempo, cada um no seu cada um.

Respeito é o que falta.

Eu não sou um bonequinho de cera que a qualquer momento chega um junto de mim e me molda ao seu bem querer... Nunca fui e nem quero ser.

E é isso que falta nas pessoas hoje em dia.

Respeitar a individualidade dos outros. Ninguém precisa ser como eu, seguir a dieta que eu sigo e acreditar no DEUS (ou não) que eu acredito para ser meu amigo. NÃO!!!!

Eu sei ser amigo.

E amigo que é amigo é aquele que normalmente não precisa dizer nada.

É aquele que às vezes se ausenta para puder respirar um pouco e voltar à ativa.

É aquele que cuida, sem agredir os outros...principalmente sem ferir as antigas e verdadeiras amizades.

Amigo é aquele que indica um caminho, não aquele que desvirtua.

Amigo é aquele que planta o amor e não a desavença.

Amigo é aquele que tenta, por mais doloroso que seja amenizar as coisas (sem mascarar) e ajudar o outro a superar os obstáculos da vida.

Amigo não faz fofoca, não semeia o terror entre os seus.

Amigo que é amigo agrega e não subtrai.

Quem é amigo, ajuda.

[Cont...]

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Detesto quando as horas começam a voar
sempre nos melhores momentos
em que era pra passar em slow motion.

Continuar...

Não sei o que esperar da vida

ou o que a vida espera de mim

A única coisa que sei

é que sigo vivendo

E que com poucos amigos

entre um gole e outro de cerveja

e alguns tragos de cigarro

transformo esse martírio
menos doloroso.

sábado, 26 de junho de 2010

FUTURO...

E contando... (26/06/2010 - 02:24...25)


Nada para escrever hoje...


Mas vou adiantar pelo menos o que vou comentar nos meus próximos posts.


Suicídio.


Morte.


Renascimento.


Vida.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Eu fui criado assim ó:

- Menino, fala com a boca fechada...

-Ei, cabeção, cala a boca quando os mais velhos falam...

-Meu fi tá na sua casa pra fazer isso? Tá??

E com essa última indagação me apego no meu texto.

É engraçado como existem pessoas que confundem gentileza, educação e parecem que quando saem de casa esquecem tudo o que aprenderam, se é que aprenderam.

Por essas pessoas eu não sei nem o que sentir. Porque vamos lá.

Precisam ter quantas? Duas? Três? Zilhões de personalidades, para agir em CADA canto de um jeito?

PQP...minha gente. Só sou eu que não sou assim?

ESPERO QUE NÃO.

Ter educação é para poucos.

Cuidado para não confundir com ser "educados" em escolas boas ou coisa e tal, porque isso pra mim é balela...

Educação não é feita com escolas caras... ou coisa do tipo, educação vem do berço e quiçá da pessoa quando se quer...

Fico me questionando... até que ponto, podemos ser compreensivos e acatar certas coisas?



Até quando?



Ps : A minha casa, é MINHA casa. A casa do meu amigo é a CASA do meu amigo. Se fui convidado para visitá-lo... Com certeza irei, mas como não estou na minha casa, não posso transforma-la na minha CASA e tampouco levar quem eu quero...

Ps1: Só risos... Apenas. E decepções.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Após assistir a um filme... Fiquei refletindo sobre escolhas e relacionamentos.

Determinadas pessoas passam por nossas vidas de uma forma surpreendentemente rápida e cada uma do seu jeito deixa sua marca.

Resta saber escolher entre preservar um sentimento puro, memórias agradáveis e momentos maravilhosos ou tomar um rumo, que talvez destrua possivelmente mais rápido essa magia que faz o coração bater acelerado.

“Somos as escolhas que fizemos”

Mas aí surge aquele famoso “SE” e o que fazer quando a dúvida martelar sua cabeça?

Acredito que conservar o melhor da relação seria o ideal, para que no futuro os dois continuem sendo dois e não apenas um aqui e outro acolá. Se puder, achar e conseguir transformar dois em um só magnífico.

Todos tem sentimentos, temos....medos e angustias. Mas como tudo na vida, é sempre necessário ter um pouco de discernimento para saber qual lado seguir. Melhor do que sair machucado, ferido de uma relação é sair bem... Sabendo que no fundo no fundo...Em um lugarzinho só seu...você tem guardado momentos e histórias com pessoas especiais.


Sim e a propósito o filme é: As pontes de Madison.

Ps: Eu sei...é um crime eu ainda não ter tido assistido esse filme (como não assisti à muitos) massssssssssssssssssss... Ainda bem que o vi.

Ps1: Escrevendo sobre isso, lembrei de um trecho do Caio F. Abreu

“Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais - por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia – qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido. Eu prefiro viver a ilusão do quase, quando estou "quase" certa que desistindo naquele momento vou levar comigo uma coisa bonita. Quando eu "quase" tenho certeza que insistir naquilo vai me fazer sofrer, que insistir em algo ou alguém pode não terminar da melhor maneira, que pode não ser do jeito que eu queria que fosse, eu jogo tudo pro alto, sem arrependimentos futuros! Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor. Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!”

quinta-feira, 27 de maio de 2010

A palavra é um bicho danado, não mesmo?

Comportamentos e atitudes também....

Qual seria o pior?

Às vezes recebemos uma enxurrada de palavras

Não importam quais sejam...

Sejam de carinho, de ciúmes...mas creio que o pior é...o silêncio.

Quando deixam de dizer tudo o que esperamos ouvir...

E na maioria das vezes.... só queríamos ouvir.

Apenas isso...

Ouvir.

[...]